26-01-2008

Opinião: Mário Marques Pinto, Presidente Honorário da Federação Portuguesa de Golfe
«Perante a mostra, não haverá interessado na modalidade que não se sinta “impelido” a uma ou mais visitas»
O sítio da internet e o desdobrável do Portugal Golf Show espelham bem o grande número de intenções e apostas que animam os promotores. Duas são pouco vulgares entre nós. Desde logo, chamam à atenção para uma paleta praticamente exaustiva dos segmentos do mercado do golfe – amadores e profissionais; desporto e negócio; escolas e equipamento; residentes e estrangeiros; expositores e eventos; etc. Perante a mostra, não haverá interessado na modalidade que não se sinta “impelido” a uma ou mais visitas. Depois, não escamoteiam a grande escala do empreendimento. Num país que ainda não tem uma grande expressão quantitativa ao nível europeu de golfe, é animador ver iniciativas como esta que não se destinarão tanto ao presente mas ao golfe do futuro. Estou convicto que a leitura da dinâmica de desenvolvimento da modalidade que levou os promotores a pensar e arriscar “à grande” virá a ter do mercado a resposta positiva com que eles contam e merecem. Mário Marques Pinto, Presidente Honorário da Federação Portuguesa de Golfe
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